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Cachaça clandestina apreendida se transforma em álcool em gel

13/05/2021

/ by UPira

Cachaça clandestina apreendida pela Receita Federal se transforma em álcool em gel. Parte do produto foi doado ao HUCF

Por Wesley Goncalves

O Hospital Universitário Clemente de Faria (HUCF) recebeu nesta quarta-feira (12) nova doação de materiais que servirão para o reforço da rotina hospitalar e também para as ações de enfrentamento do Novo Coronavírus (Covid-19). 

Foto: Mauro Ferreira/Record

A doação faz parte de uma ação conjunta liderada pela Receita Federal que fechou uma fábrica clandestina de cachaça, em agosto de 2020, no Norte de Minas, e apreendeu 200 mil litros da bebida que utilizava, inclusive, álcool etílico no processo de fabricação. 

O produto seria comercializado em toda a região. A remessa entregue ao HUCF é de 150 litros de álcool líquido e 50 litros de álcool em gel. A vice-reitora professora Ilva Ruas Abreu e a Superintendente do HUCF, Príscilla Izabella Barros de Menezes acompanharam oficialmente a entrega dos materiais.

A partir da apreensão, em vez de descartá-la, a Receita Federal mobilizou o Ministério Público Estadual (MPE), a Polícia Militar de Minas Gerais e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) para uma ação conjunta que incluiu também o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas (IFSULDEMINAS).


“Em vez de destruirmos o material apreendido, fizemos contato com a IFSULDEMINAS para tentar reutilizar o produto e transformá-lo em álcool líquido e em gel. Conseguimos. Além de preservar a saúde humana e o mercado legal de cachaça, preservamos também a saúde e a concorrência, revertendo a apreensão em benefício da população”, revela o delegado da Receita em Montes Claros, Filipe Araújo Florêncio, que destacou que o HUCF foi escolhido para receber a doação, pois atende o interesse público e por ser um hospital referência na região.

“Estamos gratos pela doação recebida, ainda mais neste momento, em que a compra desses insumos estão difíceis. Tivemos vários pregões desertos, ou seja, sem a presença de empresas interessadas em participar. Isso afeta muito o hospital””, destaca a Superintendente do HUCF, Príscilla Izabella Barros de Menezes. 

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