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Conecta Conhecimento na 26ª FENICS on-line aposta nos talentos da região

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A Feira Nacional da Indústria Comércio e de Serviços é uma realização da Associação Comercial Industrial e de Serviços de Montes Claros – ACI -, juntamente com a FIEMG. Em sua 26ª edição, traz novidades no formato on-line, com estandes virtuais, rodadas de negócios e muito conteúdo gratuito nos dias 05 a 07 de outubro, no site fenics.com.br. 


Reunião da comissão organizadora do Conecta Conhecimento, um rol de palestras exclusivas para a 26ª Fenics

O “Conecta Conhecimento” é uma iniciativa da ACI com apoio da FUNDETEC, que mobiliza diversas instituições de ensino e empresas da região.

“Com o objetivo de divulgar um conteúdo de qualidade, a FENICS on-line convidou diversos especialistas e empresários para compartilhar conhecimento e experiências referentes à realidade do Norte de Minas”, diz o presidente da ACI, Leonardo Vasconcelos.

“O canal Conecta Conhecimentos deseja contribuir para o desenvolvimento de empresas e valorizar talentos da região que se destacam em suas áreas de formação ou por suas experiências”, explica Haroldo Lopes, da FUNDETEC. 

“O Conecta Conhecimentos irá partilhar conhecimentos, talentos, inovação, responsabilidade social e gerar novos modelos de negócios do Norte de Minas para o mundo”, completa Edenilson Durães, diretor da ACI, responsável pela iniciativa. “Professores e profissionais de Instituições de Ensino, como Colégio Adventista, Funorte, IFNMG, Prominas, UNIFIPMoc – Afya, Unimontes e de empresas como Laboratório Santa Clara, eCommerce-net, Ággape, APTANS, SAM Metais e Vollee, discorrerão sobre temas importantes como Vendas e Marketing, Gestão de RH, Gestão Financeira, Responsabilidade Social entre outros”.

A abertura oficial da feira será no dia 05 de outubro, a partir das 17h, no site www.fenics.com.br. A abertura contará com a participação de autoridades e parceiros. Das 19h às 20h, acontece a palestra “Motivação que gera resultados”, com Eduardo Shinyashiki, com o apoio do Sebrae. E a partir das 20h, o “Conecta Conhecimentos”, que vai ter continuidade com a programação no dia 06 de outubro, das 14 às 18h.   

No site, o visitante terá, além do “Conecta conhecimento”, a “Rodada de negócios”, com empreendedores inscritos e empresas âncoras do setor alimentício e de energia solar; Marketplace com venda de produtos variados; Palestras com especialistas de renome nacional, como Eduardo Shinyashiki e Niury Martins; mini-palestras de 15 minutos sobre temas variados; podcast de empresários e diretores na Rádio ACI; “Moc é o lugar”, espaço para promover as potencialidades de Montes Claros; o 2º Webinar de energia fotovoltaica, o “Fala Município”, com uma dinâmica exclusiva entre municípios e autarquias, e estandes virtuais de empresas e cidades norte-mineiras.

Mais informações em www.fenics.com.br. 

Legenda: Reunião da comissão organizadora do Conecta Conhecimento, um rol de palestras exclusivas para a 26ª Fenics


APAS diversifica campanhas sociais e ações voluntárias em prol da comunidade

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 Por Max Rocha

A Associação de Promoção e Ação Social de Pirapora (APAS), criada em 15 de março de 2013, tem como atividade principal buscar, incentivar e acompanhar o desenvolvimento de programas sócio assistenciais e inclusivos entre as famílias de baixa renda do município. O objetivo é amparar a parcela da população em situação de vulnerabilidade social, entre diversas comunidades locais.


Presidida pela 1ª Dama Renata Diniz Tavares, a associação tem como Vice-presidente Alessandra Moran Garcia, 1a Secretária Dulcelena Santos Bandeira da Mota, 1a Tesoureira Irene José dos Anjos, Diretora Social Umbelina Diniz Tavares e Diretora de Relações públicas Mirian de Carvalho Braz, contando com a adesão de alguns voluntários, parceiros e apoiadores. Todas as formas de ajuda e colaborações são muito bem vindas.

A APAS também busca, através dos seus projetos de ação social, recursos para amenizar os problemas pontuais vivenciados pelas famílias carentes, em todos os cantos da cidade. Outra meta importante é investir na dignidade do emprego, promovendo a qualificação e capacitação dos piraporenses através de cursos de profissionalização e geração de renda - viabilizando a (re)inclusão dos mesmos no mercado de trabalho.


Em 2021 algumas ações já foram e vem sendo realizadas pela entidade, como a “Campanha do Agasalho”; a Campanha “Vacina solidária” (que estimula os populares a doarem alimentos, entregues no local de vacinação contra a covid); e o Projeto “Plantar”, que se propõe a embelezar espaços públicos com o plantio de mudas ornamentais - como ocorreu na praça de eventos da orla fluvial e no Cemei do Bairro Nossa Senhora Aparecida. 

Donativos x pandemia

Também neste ano, a distribuição de cestas básicas da APAS atendeu as Paróquias de São Sebastião (Grupo Bom Samaritano), Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora de Fátima; Igreja Presbiteriana do Brasil; e a Casa de Cultura Afro Gerais (Mãe Nalvinha). Vestuários foram doados para a Casa de Proteção “Dr. Carlos Roberto Tavares” e Associação Renovo de Davi; além de roupas, calçados e livros para a Associação de Catadores e recicláveis de Pirapora/ASCARPI, entre outros. 


Neste momento, a diretoria e voluntários da associação estão angariando doações de brinquedos (novos e usados, em bom estado) para o Dia das Crianças nos bairros, em outubro. “Devido a pandemia e suas restrições, ainda não realizamos eventos, como bazares e festividades, para arrecadar mais fundos e custear nossas ações sociais. Estamos à disposição para quem quiser conhecer a entidade, se tornar voluntário ou parceiro”, explica a Presidente Renata Tavares.

Serviço e contatos

A APAS tem sede na Rua Antônio Nascimento, nº 250/A - Centro - ao lado da Prefeitura, funcionando de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas. FONE: (38) 99989-8279. E-mail: apaspirapora@gmail.com

Artesãos de Pirapora participarão da CasaCor, principal evento de arquitetura e decoração do continente

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 Ascom/EMUTUR

A Casacor é a maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas e reúne, anualmente, renomados profissionais, grandes marcas parceiras e empresas patrocinadoras. A 26ª edição da Casacor Minas Gerais está marcada para o período de 14 de setembro e 17 de outubro, no Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte. O time de 81 profissionais, entre nomes consagrados e jovens profissionais, materializarão 47 projetos concebidos em torno do tema “Casa Original”.

Fotos: SEBRAE, Marcos Evangelista e Fábio Brito

O objetivo é promover uma série de reflexões, sobretudo pelo evidente desejo de retorno às origens, buscando na ancestralidade e na simplicidade o equilíbrio necessário entre o passado e o futuro, com preservação da memória, resgate de aspectos históricos e culturais. A inspiração para o conceito surgiu antes mesmo da pandemia - responsável por ressignificar a relação das pessoas com a casa (lar), inaugurando uma série de novas reflexões sobre o morar contemporâneo.


A Coordenadora Regional Norte do SEBRAE, Katia Izabel Silva Leite, destaca a participação de 2 Artesãos de Pirapora na CasaCor Minas 2021: Bonifácia Pereira dos Santos (Boni), produtora de carrancas; e Gelson Xavier dos Santos, que esculpe imagens de São Francisco. Inseridos no Catálogo de Artesanato/SEBRAE-MG, os trabalhos desses dos artistas piraporenses despertaram o interesse de 2 arquitetos, que projetaram seus espaços para receber as peças artesanais.


Durante a mostra, as imagens estarão disponíveis para venda. “O SEBRAE apoia a Associação dos artesãos com oferta de cursos, oficinas, palestras, participação em feiras, eventos, e apoio para a comercialização de sua produção, valorizando a expertise, tradição e identidade cultural do artesanato norte-mineiro e sanfranciscano. A participação desses artistas populares é um reconhecimento da importância e representatividade da arte ribeirinha”, explicou Katia Leite.

Parceria decisiva da EMUTUR

Além do Sebrae, a Empresa municipal de Turismo de Pirapora (EMUTUR) vem fortalecendo ações de revitalização do artesanato local, reorganizando a ‘associação dos carranqueiros’ e buscando garantir recursos financeiros para a reforma de sua sede, no Bairro Santa Terezinha. 


A iniciativa conta com a parceria do Instituto Federal do Norte de Minas (IFNMG) e certamente dará novo impulso à atividade. Desde sua inauguração, em 1985, o espaço ainda não passou por uma recuperação completa.  









Movimento “Velho Chico Vive”: 1 ano de protestos contra a Usina do Formoso

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BHSF divulga imagens do local exato onde está prevista a construção da usina. Pesquisadores reforçam alerta sobre os impactos ambientais do projeto

Por Max Rocha

Fotos: Tanto Expresso - Léo Boi

Há 1 ano organizações, moradores e artistas criaram o movimento coletivo, “Velho Chico Vive”, para alertar e denunciar os impactos da construção da Usina Hidrelétrica (UHE) Formoso e defender o Rio São Francisco. O movimento chama atenção para os impactos da obra, as consequências da barragem para a Bacia hidrográfica “Velho Chico” e as providencias que já foram tomadas para a não construção da UHE e o que ainda poderá ser feito.

O produtor musical Pedro Surubim lembra que a região mineira de Pirapora e Buritizeiro foi pega de surpresa, no final de 2019, com o anúncio do projeto da nova usina hidrelétrica no Rio São Francisco: “A decisão, publicada em maio de 2020, no Diário Oficial da União, causou indignação por ter sido tomada sem consulta pública à população local. Além de piorar a falta de água que já existe na região, vai contribuir para as mudanças climáticas e destruir a biodiversidade do rio em uma região importante para a reprodução de peixes”, disse.


Pedro Surubim falou também sobre os efeitos da UHE Formoso na cultura e economia: “A construção da usina impactará diretamente as comunidades tradicionais que vivem na região e pequenos produtores rurais. Os riscos são imensos e de vários âmbitos. Os impactos não se estendem apenas aos municípios mencionados pela empresa no cadastro do empreendimento, mas a toda a bacia, sobretudo no trecho entre as hidrelétricas de Três Marias e Sobradinho (BA) e às cidades de Pirapora e Buritizeiro”.

“Pirapora e Buritizeiro já sofrem com a ausência de peixes como o pacamã e o surubim, pode se preparar para não ver certas espécies nunca mais. Como muitos deles usam os rios e lagoas marginais para se reproduzirem, outro barramento no rio impactaria seu ciclo reprodutivo, causando extinção”, afirmou o produtor musical, que também ressaltou que a barragem será construída em uma região do Cerrado, que tem veredas e matas ainda preservadas.


A obra integra o Programa de Parcerias de Investimento (PPI) do Governo Federal, que potencializa o processo de privatização no Brasil. A empresa responsável pela hidrelétrica é a Quebec Engenharia. A UHE Formoso terá potência instalada de 306 MW e 3 turbinas, projetada para ser implantada a 12 km da cidade de Pirapora e 88 km da UHE Três Marias. A área do reservatório terá tamanho de 312 km2 (o que equivale a 31,2 mil campos de futebol), cobrindo boa parte do município de Buritizeiro.

Trechos de afluentes e subafluentes serão alagados

A barragem será construída a jusante da UHE Três Marias, situada logo a montante do remanso a ser formado e a montante da sede de Pirapora - na faixa superior final do trecho de escoamento livre do Rio São Francisco, afetando uma área de cerca de 100 km de comprimento entre os dois municípios. O trecho é reconhecido como ‘Rio Estadual de Preservação Permanente’, devido a sua extrema importância biológica, principalmente para a conservação de peixes.


O reservatório inundará trechos de diversos afluentes e subafluentes da bacia, como o Ribeirão do Gado, Ribeirão Gameleira, Rio de Janeiro, Ribeirão do Gama, Ribeirão dos Tiros, Rio (Córrego) Formoso e Ribeirão do Jequi nos municípios de Várzea da Palma, Lassance, São Gonçalo do Abaeté e Três Marias. O Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, é taxativo: “O rio não suporta mais esse tipo de empreendimento. O que o Velho Chico precisa é de revitalização”.

Assim, o comitê contratou o estudo técnico intitulado “Análise preliminar de riscos ambientais relacionado à UHE Formoso”, para avaliar os impactos da construção. A Consultoria Consominas Engenharia concluiu que o empreendimento poderá promover graves desequilíbrios na hidrologia, socioeconomia e ictiofauna, ameaçando as espécies de peixes migradores e espécies ameaçadas de extinção.


A pesquisadora de pós doutorado da área de ecologia e conservação (da Universidade Federal de Lavras/UFLA), Ruanny Casarim, reforça o alerta dos ambientalistas e cientistas: “A transformação do trecho lótico em reservatório destruirá uma área central de desova, utilizada pelos maiores peixes migradores de interesse comercial da bacia, como o dourado, surubim, curimbas, piau-verdadeiro e matrinxã. Além disso, a região contém uma significativa população remanescente de pirá, espécie endêmica e reofílica, ameaçada de extinção”.

Quebec realça importância da UHE Formoso

Os indígenas Tuxá estão há 65 anos na região de próximo à confluência do Rio Paracatu com o Rio São Francisco – área que será inundada pela construção da UHE Formoso. A Cacique Anália Tuxá, da aldeia em Buritizeiro, reafirma que seu povo é contra a construção do empreendimento. O pescador de Pirapora Josemar também é contrário: “É uma vergonha! Existe a falsa ideia de que a UHE trará desenvolvimento para a região, gerando empregos e arrecadação. Isso é mentira e estamos esclarecendo isso para a população”.


O Coordenador da Câmara Consultiva Regional (CCR) Alto São Francisco, pertencente ao CBHSF, Altino Rodrigues Neto, ressalta que a UHE Formoso ameaça apagar a identidade de diversas comunidades tradicionais, além dos sérios impactos ambientais. Ao contrário de todas as críticas, protestos e questionamentos ecológicos, o Gerente de desenvolvimento da Quebec Engenharia, Leôncio Vieira, dá ênfase a importância da UHE Formoso no contexto de geração de energia e usos múltiplos.

“A transição energética no Brasil se faz necessária e o País ainda precisa de mais usinas com grande capacidade de armazenamento para contribuir com a segurança energética nacional. As usinas hidrelétricas já existentes não conseguirão complementar a geração de energia. As usinas solares e eólicas não resolverão, sozinhas, nossa grande necessidade elétrica”, enfatizou Leôncio. O projeto se encontra em fase avançada de estudos estruturantes e a previsão é que a licença ambiental seja concedida no início de 2022.

Fotos: Tanto Expresso - Léo Boi

Militares prendem homem por tráfico de drogas em Pirapora

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Por Ascom/55ºBPM

Nessa segunda-feira, (13/09), durante averiguação de denúncia anônima de que um indivíduo estaria comercializando drogas na Avenida Brasil, foi realizada uma operação policial para averiguação da denúncia. 



Segundo os militares, como resultado do monitoramento, foram apreendidos 08 tabletes grandes e 20 porções de maconha, 01 revólver, munições e 01 balança de precisão. O autor, um homem de 34 anos, foi preso no local e encaminhado à Delegacia de Polícia juntamente com o material apreendido. 

Camaleão Grupo de Dança cria espetáculo que vai flutuar pelo Rio das Velhas

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 Redação

O corpo é como um rio, feito de água. Quando dança, o corpo faz muita água se movimentar. Pensar na relação entre o corpo humano e a água, na importância desse elemento para manter a vida e traduzir isso usando os movimentos da dança é conectar arte e natureza. Quando se pensa em um rio importante e fundamental para a sobrevivência de um número grande de pessoas em Minas Gerais, é inevitável lembrar do Rio das Velhas.

Fotos: Léo Boi - TantoExpresso 

Suas águas e a Bacia hidrográfica se transformaram em inspiração para entrar, literalmente, em cena, no Projeto “Veias Abertas de Minas Gerais”, criação do Camaleão Grupo de Dança. Tudo começou em 2017 com a visita dos bailarinos do grupo à sede do Comitê da Bacia hidrográfica (CBH) do Rio das Velhas, em Belo Horizonte. Foi o início da parceria. A equipe de mobilização do Comitê e o Projeto Manuelzão realizaram várias trocas de ideias para tirar do papel o sonho de colocar um espetáculo desenhado para acontecer dentro do Rio das Velhas.

Foi então que nasceu o projeto “Veias Abertas de Minas Gerais”. A parceria envolveu aulas sobre a situação da região, a geografia, um estudo de quais seriam os principais pontos para realizar o projeto e a importância das águas. Em novembro de 2017, o Camaleão fez a sua 1ª Expedição ao Baixo Rio das Velhas, trabalho de campo que integrou parte da pesquisa que resultou na criação de um espetáculo para ser apresentado às comunidades ribeirinhas, dentro de uma balsa no rio.


A pesquisa levou diretores e bailarinos até as comunidades de Barra do Guaicuí, Porteiras, Buriti das Mulatas e às cidades de Várzea da Palma e Lassance para conhecerem os moradores e artistas locais. “Todo o processo nos influenciou muito, principalmente conhecer as pessoas que moram nesses locais, cada uma com a sua história, música, vivências e tradições passadas de geração em geração. Fomos muito bem recebidos”, conta Marjorie Ann Quast, Diretora geral do grupo Camaleão.

Apresentações dentro do rio, em palco flutuante

Com olhar de quem tem intimidade e experiência de anos com a região, o Geógrafo e ex-mobilizador social do CBH Rio das Velhas, Élio Domingos, está na produção do espetáculo e acompanhou o trabalho de campo do Camaleão no território. “Essas visitas foram importantes para estar no rio e averiguar as possibilidades para a realização do espetáculo. Do ponto de vista artístico e humano, o contato com as folias do Bolô (Lassance), folia de Guaicuí e com a Dança de São Gonçalo (Barra do Guaicuí) foi fundamental para a inspiração do grupo”, diz Élio.


Mais do que ser inspirado pelo contato com as comunidades do Baixo Rio das Velhas, o Camaleão Grupo de Dança pretende retribuir tudo que foi absorvido dando visibilidade e mostrando a beleza, as possibilidades e a realidade da região. “Nossa dança traz uma linguagem mais contemporânea, portanto as referências e os elementos coreográficos não são tão literais”, conta Luciana Lanza, uma das bailarinas do grupo.

Essa vivência trouxe algumas nuances para a construção de 2 trabalhos: o vídeo e o espetáculo na balsa, instrumentos que vão fazer perpetuar a história do Velhas, a história das comunidades locais e ressignificar a relação dos moradores com o próprio rio”, explica o Bailarino e coreógrafo do grupo, Pedro Jorge Garcia da Silva. Ele dirigiu A videodança gravada em novembro de 2020, na famosa ‘Igreja de Pedras’ de Barra do Guaicuí.


O espetáculo ‘Veias Abertas de Minas Gerais’ pretende fazer sua estreia em 2021. A apresentação dentro do Rio das Velhas, em um palco flutuante, deverá acontecer no distrito de Barra do Guaicuí, próximo à Igreja histórica; em Várzea da Palma, próximo à Ponte do rio; e em Lassance, nas proximidades das corredeiras da Escaramuça.



Fonte: Revista Velhas - Comitê da Bacia hidrográfica/CBH do Rio das Velhas

Várzea da Palma entra no mapa mundial da energia solar

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Energia para o desenvolvimento: Com aportes de R$ 5,5 bilhões até 2025, a Mercury Renew planeja virar líder nacional de energia renovável

Por Max Rocha


Várzea da Palma, terá a 3ª maior planta solar do mundo até 2023. O projeto é fruto de uma parceria entre o Governo de Minas e a empresa Solatio, prevendo a construção de 2 usinas solares que serão construídas no município, com a capacidade de geração de 650 megawatts-picos (MWp). Com investimentos na ordem de R$ 20 bilhões, um total de 15 novas usinas fotovoltaicas, em 9 cidades mineiras, serão construídas nos próximos 2 anos.

As cidades que serão contempladas com a instalação das usinas, além de Várzea da Palma, são: Buritizeiro, Araxá, Coromandel, Janaúba, Jaíba, Arinos, Francisco Sá e Paracatu. A energia solar fotovoltaica é a modalidade que converte a radiação solar em energia elétrica, por meio de dispositivos conhecidos como células fotovoltaicas. A categoria está presente em mais de 100 países, incluindo o Brasil - onde avança com investimentos governamentais, da iniciativa privada e investidores internacionais.

Dos R$ 5,5 bilhões que a empresa Mercury Renew planeja investir para implantar 2 gigawatts de energia solar no Brasil, pelo menos R$ 3 bilhões serão destinados a 3 projetos em Minas Gerais, em Várzea de Palma e Paracatu - totalizando mais de 1 gigawatt de geração. A Usina “Hélio Vargas”, em Várzea de Palma, já tem contrato de compra e venda de energia (PPA) assinado com a Indústria de ferroligas Liasa, em Pirapora - uma das maiores produtoras de silício metálico do mundo.

Mais uma usina em Várzea da Palma

O projeto é de 650 megawatt-pico (MWp), com investimento de R$ 1,7 bilhão, e início da operação total previsto para 2023. O CEO da Mercury Renew, Pedro Fiuza, explica que o projeto pode gerar 700 empregos diretos no pico das obras. O contrato com a Liasa, de 20 anos de suprimento de energia, foi celebrado na modalidade de autoprodução, dando à empresa a possibilidade de se tornar sócia do empreendimento futuramente.


Ainda segundo Fiuza, (foto) “os demais projetos de energia solar da Mercury Renew em Minas são outra usina em Várzea da Palma (com capacidade de geração de 120 MWp) e uma terceira em Paracatu, com 275 MWp - ambas previstas para operar em 2024. Todos desenvolvidos pela empresa Solatio. Com mais de 20 anos de experiência no setor fotovoltaico e com mais de 120 projetos na Europa, a Solatio está no Brasil desde 2009 e tem mais de 6 GW já desenvolvidos”.

O executivo também destacou que “a Mercury Renew é a junção das expertises da gestora de recursos Perfin e da Servtec Energia. A meta da empresa é tornar-se líder no setor de geração de energia renovável no Brasil. A nova companhia terá como objetivo maior a construção de projetos solares, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste, visando à venda da produção dos parques diretamente a empresas que adquirem o suprimento no mercado livre de energia, onde atuam principalmente grandes indústrias e comércios”.


Fonte: Revista Velhas - Comitê da Bacia hidrográfica/CBH do Rio das Velhas

Thom Bar é tricampeão do Comida di Buteco 2021 em Montes Claros

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Estreantes Bendita Espeteria e Tô Atôa ficam em segundo e terceiro, respectivamente. Pela primeira vez, nenhum participante será rebaixado

 Por Wesley Gonçalves


Fotos: Mário Aquino

Os vencedores do Concurso Comida di Buteco 2021 foram conhecidos na noite desta quinta-feira (09/9), no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), em Montes Claros. O vencedor irá representar a cidade no Concurso Nacional no dia 06 de outubro, em São Paulo.


17 butecos participam do Concurso Comida di Buteco (CdB), após quatro adiamentos em função da pandemia do novo Coronavírus (SARS-COV-2) – Covid-19 e aconteceu de 30 de julho a 22 de agosto.

Antes de revelar os vencedores, a coordenação nacional do CdB apresentou uma novidade para os donos de botecos participantes da premiação. Devido às dificuldades enfrentadas pelos bares em 2020/2021 com a pandemia, os participantes deste ano estão, automaticamente, classificados para a edição 2022.


“Pela primeira vez no Comida di Buteco, nenhum participante será rebaixado. Essa foi a forma encontrada pela coordenação nacional de continuar ajudando os botecos participantes a se recuperarem, pois sabemos que no período do CdB, os bares costumam ficar com maior movimento. E temos a certeza que agora os participantes voltam a atenção para pensar em suas receitas para 2022, já que o tema será livre”, ressaltou Maria Eulália Araújo, uma das coordenadoras do CdB.


Em Montes Claros, o Comida di Buteco já teve 10 vencedores diferentes. Thom Bar, tricampeão (2021, 2014 e 2012); Carrancas (2019); Estação 23 (2018); Kina do Caipirão (2017); Universo do Beiju (2016), Bar dos Amigos (2015); Cantina do Léo por três vezes (2005, 2006 e 2010); Bar Barracão (2011); Bar da Tia Dalva (2013) e Bar do Divino (2007).

Depoimentos

O empresário Thonnely Mendes, dono do Thom Bar, estava emocionado ao receber o prêmio e destacou quais foram os segredos para o tricampeonato.

“Estamos muito felizes com reconhecido pelo público. Lá no bar, fizemos uma linda homenagem aos Catopês, a história infantil da Rapunzel que dá o nome ao petisco e usamos muitos ingredientes de raízes como foi pedido no tema deste ano. 

Eu costumo dizer que a gente sempre entre no CdB de corpo e alma. E este ano não foi diferente. Porém, devido a pandemia e os decretos sanitários, tivemos 30% do público a menos se comparado aos outros anos. Mesmo assim, chegou a sair 40 pratos por noite, o que dá uma média de 2 petiscos por mesa, o que para a gente foi muito positivo. Lembrando que antes da Covid-19, e sem as restrições, chegamos a fazer 100 pratos com os petiscos por noite. 

Agora, com confiança e a mesma paixão, vamos levar um pouco da nossa cultura gastronômica para o concurso nacional em São Paulo, no mês que vem”, ponderou o empresário.

Já Frederico Guilherme Pereira de Souza, do Bendita Espeteria, falou da emoção em participar pela primeira vez do CdB e já sagrar-se vice-campeão.

“É com muita alegria que vou dividir esse segundo lugar com a minha família e com os meus clientes, pois estreamos entre os melhores e isso já mostra que o público teve uma boa aceitação do nosso petisco concorrente. Durante o mês de agosto tivemos um grande movimento devido ao CdB. Foi um crescimento de 40% se comparado aos meses anteriores. O CdB nos ajudou a superar este momento de crise em que o país está passando”, finalizou o empresário.

EMUTUR inicia discussões sobre planejamento e novidades no Carnaval de 2022

Um comentário

 Por Ascom

Uma das poucas certezas que o brasileiro tem na vida é a de que todo ano tem Carnaval. Em 2021, no entanto, essa máxima caiu por terra em virtude da gravidade da pandemia do novo coronavírus. Na ocasião, os protocolos de segurança sanitária cancelaram a folia e suas tradicionais aglomerações populares. Algo parecido só havia ocorrido outras duas vezes no país, em 1892 e 1912, quando o ciclo carnavalesco foi adiado. 


Com o avanço da vacinação e a queda nos principais indicadores da pandemia, o Governo de Minas e a Prefeitura de Pirapora (Secretaria municipal de Saúde) vem flexibilizando as restrições impostas pelo Programa Minas Consciente. A onda de otimismo e reabertura progressiva da economia também viabilizam o principal plano da Empresa municipal de Turismo/EMUTUR: Preparar Pirapora para a volta do turismo e dos eventos festivos em 2022. 


A preparação inclui o planejamento sobre o carnaval. No entanto, a volta da folia dependerá do controle da crise sanitária. Apesar do cenário de expectativa geral, a EMUTUR espera a contínua melhora do cenário epidemiológico, nos próximos 6 meses. O retorno da Festa de momo ainda não está oficialmente confirmado, mas a os protagonistas do evento já começam a se movimentar para colocar os blocos na rua. 

Carnaval nos bairros 

Na quarta-feira à noite, 08/09, no Centro de convenções, representantes de 10 blocos carnavalescos e caricatos (5 não compareceram), juntamente com a Liga das Escolas de Samba e Blocos, se reuniram com o Presidente da EMUTUR, Jornalista Elton Jackson. Em pauta, a proposta da empresa e do governo municipal: levar os desfiles dos blocos para os bairros - em locais estratégicos e horários ainda a serem definidos. Um evento mais democrático, plural e cultural, sem perder o apelo turístico e de entretenimento.  

“O novo formato será discutido, construído e estruturado de forma coletiva, a partir de uma série de reuniões, avaliações e planejamento - com meses de antecedência”, explicou o Presidente. Se a proposta ganhar corpo, a ideia é popularizar o carnaval de rua entre as comunidades (com toda infraestrutura e segurança necessários) e deixar somente os shows musicais no centro da cidade, junto a praça de eventos na orla fluvial, também valorizando os artistas locais e abrindo espaços maiores para os barraqueiros.

Na agenda

Os objetivos da EMUTUR, para os próximos anos, é alcançar o sucesso de público e crítica do carnaval 2016; seguir o caminho da inovação na festa foliã, como ocorreu este ano, em formato virtual (online); e abraçar a diversidade de ritmos - samba, batucada, marchinhas, axé, entre outros. 

A próxima reunião acontecerá no dia 27/09, às 18 horas, ocasião em que será apresentado o pré projeto do “Carnaval Pirafolia” 2022, avançando a proposta de concentrações ou desfiles de blocos caricatos e carnavalescos nos bairros.

Covid-19: Pirapora sai na frente com aplicação da 3ª dose

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Cidade iniciou aplicação da terceira dose e vacinação de adolescentes

Por Márcia Vieira/ O Norte 

Pirapora é o primeiro município do Norte de Minas a começar a aplicar a terceira dose da vacina contra a Covid-19. A ação teve início nesta quarta-feira (8), com atendimento a idosos asilados que já haviam sido imunizados há mais de seis meses com a CoronaVac. Esse público está recebendo o imunizante da Pfizer.

Jovens de 17, 16 e 15 anos começaram a receber a primeira dose contra a Covid nesta quarta-feira, em Pirapora - Foto: Ascom/PMP. 

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Fábio Bacheretti, a terceira dose deve ser aplicada com um imunizante diferente do primeiro para reforçar o efeito.

“Já estamos antecipando a terceira dose para os idosos e o sucesso da vacinação em Pirapora é resultado de um trabalho em equipe, uma coordenação eficiente no processo de imunização e a não descentralização para muitos postos de vacinação, o que incorreu em menor perda de doses ou falhas de processo de trabalho”, afirma o secretário de Saúde de Pirapora, Rafael Lana.

Segundo ele, todo o processo deu muito trabalho. “Mas a equipe se manteve em todo momento determinada para que a vacina chegasse ao braço do piraporense”, diz o gestor da pasta.Na última semana, Pirapora concluiu a vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, deficientes ou privados de liberdade.

Novos grupos 

A cidade também já vacina, desde ontem, os adolescentes de 17, 16 e 15 anos, sem comorbidades.

De acordo com a médica Fernanda Miranda, coordenadora do Comitê Covid-19 de Pirapora, após a aplicação nos idosos residentes em Instituições de Longa Permanência (ILP), serão atendidos os idosos com 70 anos ou mais que tomaram a segunda dose há mais de seis meses e pessoas com alto grau de imunossu-pressão, que já tenham tomado a segunda dose há mais de 28 dias.


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